Tratamento de Plicoma Anal
Diagnóstico e correção cirúrgica de dobras ou excessos de pele anal, restaurando o conforto, a estética perianal e a facilidade na higienização íntima.
Quando a remoção é indicada
- Excesso de pele externa resultante de hemorroida ou fissura
- Dificuldade para higienização completa após evacuar
- Prurido, irritação ou sensação de umidade perianal
- Atrito desconfortável durante esportes ou uso de roupas justas
- Queixa de desconforto estético e funcional na região anal
O que é o plicoma anal
O plicoma anal é uma dobra ou saliência de pele benigna localizada na borda externa do ânus. Diferente das hemorroidas ativas, o plicoma não é formado por vasos sanguíneos dilatados ou ingurgitados, mas sim por tecido cutâneo e conjuntivo cicatricial.
Geralmente, o plicoma surge como consequência tardia de um episódio de trombose hemorroidária externa ou de uma fissura anal crônica. Quando o inchaço e a inflamação da fase aguda regridem, a pele que foi excessivamente esticada não retorna à espessura original, permanecendo como um excedente cutâneo flácido.
Sintomas comuns e desconfortos associados
Por se tratar de uma alteração puramente dérmica, o plicoma em si não dói nem sangra espontaneamente. Os principais incômodos decorrem da sua localização mecânica:
- Dificuldade na higienização íntima: O excesso de pele pode reter pequenos resíduos fecais ou umidade, exigindo uso repetido de papel higiênico, o que provoca irritação e dermatite de contato.
- Prurido anal (coceira): A retenção de umidade e o atrito contínuo favorecem episódios repetidos de coceira e ardência local.
- Desconforto com atrito: Prática de ciclismo, corrida ou uso de roupas íntimas ajustadas podem gerar atrito mecânico incômodo sobre a lesão.
- Preocupação estética: Sentimento de constrangimento ou desconforto visual durante momentos íntimos.
Avaliação clínica e indicação de remoção
Por ser uma condição benigna, o plicoma anal não se transforma em lesão maligna e não obriga remoção cirúrgica de rotina. A cirurgia é indicada quando há prejuízo funcional, dor por atrito, infecções de repetição ou desconforto estético relevante para o paciente:
- Procedimento ambulatorial: A ressecção é realizada em regime ambulatorial (day clinic), sob anestesia local com ou sem leve sedação para total tranquilidade do paciente.
- Excisão cirúrgica delicada: O excesso cutâneo é cuidadosamente dissecado e ressecado, respeitando a anatomia natural e as linhas de tensão do canal anal para evitar estenoses ou cicatrizes retráteis.
- Pós-operatório: A recuperação costuma ser rápida. Recomenda-se repouso nos primeiros dias, banhos de assento com água morna, higienização apenas com água corrente e uso de analgésicos comuns para conforto pós-operatório.
Agende sua avaliação com a Dra. Naw-Ally
A Clínica do Cólon realiza atendimentos na modalidade particular, fornecendo nota fiscal e relatórios detalhados para solicitação de reembolso junto ao seu plano de saúde.